La Kaxlanización de los Afectos, de Delmar Penka
DOI:
https://doi.org/10.22478/ufpb.2447-9837.2025.n20.78285Resumen
El ensayo analiza cómo sentir y expresar afectos, entendidos como componentes constitutivos de los modos de vida (humanos y no humanos), surgen de una convivialidad y, por consiguiente, pueden ser conformados tanto por saberes ancestrales como por procesos históricos de dominación (colonialismo, evangelización y capitalismo). El texto es de autoría de Delmar Penka, joven investigador y ensayista de Chiapas, México. Penka utiliza el concepto tseltal kaxlan —originalmente empleado para designar a los otros no indígenas— para pensar la “kaxlanización de los afectos”, es decir, la interiorización de formas de sentir asociadas al mundo blanco. Sin partir de un juicio moral maniqueo sobre las prácticas afectivas provenientes del mundo no indígena, el autor señala que el problema de la colonización radica en una falta de serendipia afectiva, es decir, en la escasa disposición a aprender de otras prácticas en un movimiento inverso a su unilateralidad.
PALABRAS CLAVE: Afecto. Delmar Penka. México. Colonialismo.
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