A CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE CULTURAL NA PÓS-MODERNIDADE E NA TRANSMODERNIDADE: um estudo de teoria social comparativa

Autores

DOI:

https://doi.org/10.46906/caos.n36.77372.p195-216

Palavras-chave:

pós-modernidade, transmodernidade, identidade cultural, filosofia da libertação.

Resumo

O presente estudo é uma análise exegética e comparativa entre a formação da identidade cultural em dois contextos distintos, a saber: a pós‑modernidade, vista como fenômeno majoritariamente benéfico e baluarte dos movimentos contestatórios das identidades hegemônicas, principalmente na visão do sociólogo Stuart Hall (2022), especialmente em A identidade cultural na pós‑modernidade, por um lado; e a transmodernidade, conceito desenvolvido pelo filósofo Enrique Dussel (2016) como uma forma de crítica à perspectiva pós‑moderna e às vicissitudes que esse fenômeno acarreta, principalmente em Transmodernidade e interculturalidade: interpretação a partir da filosofia da libertação, por outro. Torna‑se, portanto, necessário problematizar o conceito de pós‑modernidade por meio do entendimento do transmoderno, enfatizando que, de fato, não houve uma ruptura radical com o advento da modernidade e que o desejo de relegar/rotular o passado como categoria antiquada e de importância a posteriori frente a um projeto modernizador recai em uma teleologia vulgar e eurocêntrica.

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Biografia do Autor

Guilherme Sena, Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)

Graduação em andamento em Psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Membro-pesquisador do Pororoca Social: Grupo de Pesquisa Interdisciplinar da UFRN. Bolsista de Iniciação Científica com bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (PIBIC-CNPq). Lattes: https://lattes.cnpq.br/0201541383969029.

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Publicado

2026-06-08

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