A COBERTURA DO TED QUILOMBOS UFPR ENQUANTO EXERCÍCIO DO QUEFAZER CRÍTICO DO JORNALISMO: aspectos de uma comunicação sensível

Autores

DOI:

https://doi.org/10.46906/caos.n36.77676.p217-236

Palavras-chave:

jornalismo, comunidades quilombolas, comunicação sensível, narrativas.

Resumo

Este trabalho se dedica à análise crítica do quefazer jornalístico em relação à cobertura de eventos de comunidades quilombolas envolvidas no projeto Termo de Execução Descentralizada (TED) Quilombos, tocado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) em parceria com o Incra-PR. Foram duas edições do Encontro da Força Jovem Quilombola no ano de 2025 e, sobre elas, foram produzidas duas narrativas entre reportagens e posts em redes sociais. O embasamento teórico deste trabalho se dá em Moraes (2022) e Freire (2021), tais autores discutem, respectivamente, o jornalismo de subjetividades e sensibilidades e a construção profissional teórico-crítica. A análise crítica, com base na metodologia de Luiz Gonzaga Motta (2013), revelou uma cobertura jornalística em busca de aprendizado para concluir uma aproximação cultural e, a partir daí, criar vínculos com as comunidades quilombolas que permitem a produção jornalística com valores éticos e afetuosos. Esse movimento abre, inclusive, caminhos para a conexão de leitores com tais personagens, proporcionando uma adesão as pautas reivindicadas pelas comunidades.

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Biografia do Autor

Gabriel Airto Domingos, Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Jornalista formado pela PUC do Paraná, mestre e doutorando em comunicação pela UFPR no Programa de Pós-Graduação em Comunicação. Integrante do grupo de Pesquisa Click (Comunicação e Cultura Cíber), bolsista no coletivo Planejamento Territorial e Assessoria Popular (Plantear - UFPR) e pesquisador no Núcleo Curitiba do Observatório das Metrópoles. Lattes: http://lattes.cnpq.br/4427712469134295.  

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Publicado

2026-06-08

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