AMBIENTES VIRTUAIS PARA A CULTURA COMO EDUCAÇÃO: APROXIMAÇÕES CONCEITUAIS E METODOLÓGICAS
Palavras-chave:
Ambiente Virtual – Educação – Cultura – InformaçãoResumo
O desenvolvimento das tecnologias digitais da comunicação e informação, sobretudo a rede mundial de computadores, amplia demasiadamente as possibilidades de acesso à diversidade cultural, tornando possível tanto processos de homogeneização, quanto de resistência aos padrões culturais que ali circulam. A informação, assim como os modos de comunicá-la, assume relevância sem igual, pois, além de detê-la, é preciso saber obtê-la e usá-la de forma rápida, segura e eficaz. Para que a informação seja valorizada, torna-se necessária a conservação, a guarda e a custodia da mesma, como início e fim de um modo de ver o mundo mediatizado por fragmentos e vestígios de um passado (re) descoberto e recriado em espaços próprios como as Bibliotecas, os Arquivos e os Museus. Na medida em que estes espaços são colocados em meio virtual, a memória, além de ser resgatada, é preservada e disseminada local e globalmente, fortalecendo e valorizando todo o significado cultural de determinada região. Nosso propósito neste trabalho é o de discutir conceitual e metodologicamente a informação como base dos ambientes virtuais para a cultura como educação. Para tanto, abordamos os Ambientes Virtuais como exemplos de dispositivos construídos a partir das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC) que podem ser utilizados para diversas atividades humanas, inclusive as educacionais, configurando-os como dispositivos de poder para uma ou outra referência cultural. Nesse contexto, a cultura passa a ser constituída por um conjunto informações, dentro de uma perspectiva de elaboração que é a de fortalecê-la para a valorização das identidades – elementos fundamentais para a educação. Palavras-chave: Ambiente Virtual – Educação – Cultura – InformaçãoDownloads
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