Querida konbini e Microhabitat: investigando dinâmicas de controle, performances de gênero e temporalidades narrativas

Autores

  • Raquel Assunção Oliveira
  • Tálison Felipe Ferreira de Sena

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.1807-8931.2022v18n8.63785

Palavras-chave:

Cinema sul-coreano. Literatura japonesa. Tempo. Performatividade de gênero. Sociedade de controle.

Resumo

Neste artigo, propomos uma investigação panorâmica acerca das aproximações e distanciamentos entre o filme sul-coreano Microhabitat (2017) e o romance japonês Querida konbini (2018). Apesar da distância geográfica que os separam, ambos tensionam questões contemporâneas relativas à performatividade de gênero e às dinâmicas de trabalho. Também observamos como os recursos estético-narrativos e temporalidades trabalhadas nas duas obras contribuem para evidenciar o requinte das dinâmicas de poder e vigilância na atual sociedade de controle. Para tanto, trabalhamos com a perspectiva da Análise Crítica do Discurso. Concluímos que a maneira através da qual as duas obras manejam o tempo narrativo, ao fazerem coincidir o tempo cronológico com o tempo subjetivo, refletem criticamente o requinte das relações de controle contemporâneas.

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Publicado

2022-08-19

Como Citar

Oliveira, R. A., & Sena, T. F. F. de. (2022). Querida konbini e Microhabitat: investigando dinâmicas de controle, performances de gênero e temporalidades narrativas. Temática, 18(8), 113–127. https://doi.org/10.22478/ufpb.1807-8931.2022v18n8.63785

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