“Nunca mais fui a mesma”

uma abordagem antropológica das temporalidades em saúde no marco da Covid-19 e suas sequelas

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.2447-9837.2026.n21.76406

Resumo

Neste artigo buscamos discutir a relação entre temporalidade, saúde e Covid-19, a partir de uma reflexão do tempo como uma questão socioantropológica, no marco de suas confluências com processos de saúde e doença. A partir de uma pesquisa etnográfica feita com mulheres, desde um serviço de saúde situado em João Pessoa (Paraíba), sobre suas experiências de adoecimento pelas sequelas da Covid-19, refletimos sobre como determinados marcadores temporais vêm balizando a forma como lemos o fenômeno pandêmico e seus impactos, no sentido de perceber as continuidades, rupturas e permanências - os restos, resquícios ou ecos de uma pandemia que, para muitos e muitas, ainda não terminou.

Palavras-chave: Tempo; Saúde; Mulheres; Covid-19.

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Biografia do Autor

Geissy Reis, PPGA-UFPB

Doutora em Antropologia pelo Programa de Pós-graduação em Antropologia Social (PPGA) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Mónica Franch, Universidade Federal da Paraíba

Doutora em Antropologia pelo Programa de Pós-graduação em Sociologia e Antropologia (PPGSA) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Docente nos Programas de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA) e Sociologia (PPGS), e no Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

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Publicado

2026-06-29

Como Citar

Reis, G., & Franch, M. (2026). “Nunca mais fui a mesma”: uma abordagem antropológica das temporalidades em saúde no marco da Covid-19 e suas sequelas. Áltera Revista De Antropologia, (21), 1–27. https://doi.org/10.22478/ufpb.2447-9837.2026.n21.76406