A MORTE NO ESPIRITISMO: uma análise simbólica da transformação e continuidade da existência
DOI:
https://doi.org/10.46906/caos.n34.72583.p153-171Palavras-chave:
espiritismo, morte simbólica, antropologia simbólica, codificação kardecista.Resumo
O presente artigo propõe-se a discutir como a morte no espiritismo pode ser analisada a partir da teoria da antropologia simbólica. Dessa forma, tem por objeto as noções apresentadas na codificação kardecista, referindo-se, nesse caso, ao espiritismo francês, substanciais no entendimento do ser, da vida e da morte. A metodologia escolhida foi uma análise bibliográfica e crítica de caráter qualitativo dos conceitos de espírito, matéria, perispírito, encarnação e desencarnação, principalmente. A pesquisa identificou que o espiritismo ressignifica os conceitos de morte não como um fim último do ser, mas como passagem cíclica e parte da vida humana. Assim, morte e vida tornam-se processos significativos inerentes, cujos símbolos espíritas podem ser construídos a partir, principalmente, dessa ótica.
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