ENTRE CAMPOS, BEIRADAS E VIVÊNCIAS: transitando da psicologia para antropologia
DOI:
https://doi.org/10.46906/caos.n35.76871.p201-221Palavras-chave:
Catingueira/PB, biografia.Resumo
Conversar com Antonio Luiz da Silva é abrir espaço para escuta, deslocamento e pensamento. Sua trajetória acadêmica e profissional é marcada por um compromisso ético com as infâncias sertanejas, com os territórios periféricos e com os modos de existir que desafiam as normativas institucionais. É ex-aluno da UFPB e membro ativo de grupos de pesquisa que tensionam os limites entre ciência, política e afeto. A lista de suas qualidades e experiências são amplas, mas resolvo resumir em escuta dedicada e ética aos meninos danados. A Revista Caos tem como propósito costurar os fios entre prática e fazer científico, mergulhando nas trajetórias de ex-alunos e ex-professores da UFPB, autores-pesquisadores e pessoas vinculadas aos grupos de pesquisa da universidade. Acreditamos que o conhecimento não se encerra nos muros acadêmicos, mas se expande nas experiências, nos encontros e nas narrativas que atravessam o cotidiano. Esta entrevista foi estruturada por mim, Mohana Morais, que tive o prazer de ouvir Antonio Luiz da Silva e contar com seu generoso aceite. Realizada virtualmente, em formato conjunto e alinhado, a conversa se deu em tom de troca, como quem se senta à beira de um pensamento e deixa que ele se desdobre com tempo, escuta e cuidado. Antes de tudo, Antonio, agradecemos imensamente por ter aceitado nosso convite para esta entrevista. É uma alegria poder escutar sua trajetória e refletir junto sobre os caminhos da psicologia, da antropologia e das infâncias.
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