Entre el yo y el nosotros:

La escritura como posibilidad y fabulación en el cine

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.2763-9398.2026v25n.76641

Palabras clave:

escrevivência, ; cine negro, resistencia, ; raza, LGBTQIAPN+

Resumen

En este artículo exploramos, desde una perspectiva teórica y metodológica, la noción de escrevivência, formulada por Conceição Evaristo (2007, 2020), como un recurso político de resistencia de las poblaciones negras para ejercer control sobre sus propias narrativas. Tomamos como caso de estudio el documental Além de PRETO, VIADO (2017), que parte de las experiencias de hombres negros y gays para reflexionar sobre las vivencias individuales y colectivas que marcan las formas de opresión hacia estas poblaciones. Consideramos que la noción de escrevivência propone un reordenamiento de las epistemologías coloniales al estructurarse en torno a la amplificación de las voces de grupos subalternizados —particularmente de mujeres negras esclavizadas—, aunque también puede aplicarse a diversas interseccionalidades. La escrevivência posibilita una mirada entre el pasado y el presente, promoviendo una reflexión sobre lo vivido, pero también abre caminos para la construcción colectiva de futuros.

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Biografía del autor/a

Lucas Porfírio, UFMG

Doutorando em Comunicação pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Minas Gerais (PPGCOM/UFMG), com bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Mestre em Comunicação pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Ouro Preto (PPGCOM/UFOP), também com bolsa CAPES. Desenvolve pesquisas nas áreas de audiovisual, gênero, raça e sexualidade, sendo membro do grupo de pesquisa Laboratório de Análise de Audiovisualidades, Cultura e Temporalidades (ACTO). É jornalista graduado pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). Durante a graduação, dirigiu o documentário "Além de Preto, Viado" (2017), exibido na 21 Mostra de Cinema de Tiradentes e em outros festivais. Também produziu e dirigiu o documentário "Viajantes Queers e a Potência dos Afetos", apresentado na XI Semana de Direitos Humanos, promovida pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social de Minas Gerais (SEDESE-MG). Atualmente, atua como produtor de jornalismo na TV UFOP.

Fernanda Mauricio da Silva, UFMG

Professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal de Minas Gerais e do Departamento de Comunicação Social da mesma instituição. Doutora (2010) e mestre (2005) em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia. Possui graduação em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (2003). Foi bolsista recém-doutor (segundo edital Nº 001/2010 - MEC/CAPES e MCT/CNPq/FINEP) no Programa de Pós-graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas (2011-2012), com projeto intitulado "História cultural de talk shows brasileiros", financiado pelo CNPq. Realizou estágio doutoral na Université Sorbonne Nouvelle - Paris III, sob orientação do professor Dr. François Jost. Coordena o grupo de pesquisa ACTO - Laboratório de Análise de Audiovisualidades, Cultura e Temporalidades, certificado pelo CNPq. Faz parte da rede de pesquisa Historicidades dos Processos Comunicacionais. Tem interesse principalmente nos seguintes temas: estudos culturais; gêneros televisivos e midiáticos; historicidade de produtos e processos da comunicação; questões raciais e cinema de animação.

Citas

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Publicado

2026-04-02

Cómo citar

PORFÍRIO, Lucas; MAURICIO DA SILVA, Fernanda. Entre el yo y el nosotros: : La escritura como posibilidad y fabulación en el cine. Culturas Midiáticas, [S. l.], v. 25, 2026. DOI: 10.22478/ufpb.2763-9398.2026v25n.76641. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/cm/article/view/76641. Acesso em: 14 ago. 2026.

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