Entre el yo y el nosotros:
La escritura como posibilidad y fabulación en el cine
DOI:
https://doi.org/10.22478/ufpb.2763-9398.2026v25n.76641Palabras clave:
escrevivência, ; cine negro, resistencia, ; raza, LGBTQIAPN+Resumen
En este artículo exploramos, desde una perspectiva teórica y metodológica, la noción de escrevivência, formulada por Conceição Evaristo (2007, 2020), como un recurso político de resistencia de las poblaciones negras para ejercer control sobre sus propias narrativas. Tomamos como caso de estudio el documental Além de PRETO, VIADO (2017), que parte de las experiencias de hombres negros y gays para reflexionar sobre las vivencias individuales y colectivas que marcan las formas de opresión hacia estas poblaciones. Consideramos que la noción de escrevivência propone un reordenamiento de las epistemologías coloniales al estructurarse en torno a la amplificación de las voces de grupos subalternizados —particularmente de mujeres negras esclavizadas—, aunque también puede aplicarse a diversas interseccionalidades. La escrevivência posibilita una mirada entre el pasado y el presente, promoviendo una reflexión sobre lo vivido, pero también abre caminos para la construcción colectiva de futuros.
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