Educação inclusiva na Educação Infantil: as políticas públicas e sua ineficácia para induzir a criação de ambientes educacionais inclusivos

Autores/as

  • Andréia Luciane Borges Rede Municipal de Ensino de Lages - SC
  • Gabriela Schlichting Vieira Luckmann Rede Municipal de Ensino de Lages - SC
  • Jaime Farias Dresch Universidade do Planalto Catarinense

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.2527-1083.2024v10.69793

Palabras clave:

Educación Infantil, Educación Inclusiva, Diferencias, Persona con discapacitad

Resumen

Esta investigación consiste en un estudio de caso, realizado en el ámbito del Máster en Educación, cuyo objetivo fue analizar la articulación entre la política pública de inclusión y contexto institucional de un niño con discapacidad atendida en la Educación Infantil, en la red municipal de Lages, Santa Catarina. Se toma como base la comprensión de que la educación inclusiva funciona, en el contexto contemporáneo, como estrategia de gobierno ligada al discurso político constituido en torno al lema "educación para todos". Desde ese punto de vista, se abren posibilidades de poner bajo sospecha los efectos de verdad producidos históricamente acerca de la inclusión. La educación inclusiva surgió sustancialmente en el escenario nacional en la década de 1990, siendo uno de los efectos de los acuerdos internacionales en favor de la "educación para todos", que tuvieron impactos en la garantía de acceso a la educación de niños con discapacidad. En el ámbito escolar, más específicamente en la Educación Infantil, el tema de la educación inclusiva aún produce incertidumbres en buena parte de los profesionales de la educación. Una de las verdades puestas bajo sospecha en esta investigación es la posibilidad de efectuar el acceso y la permanencia de las personas con discapacidad en las clases comunes de la enseñanza regular de la Educación Básica, en las escuelas públicas, premisa del Plan de Metas Compromiso Todos por la Educación, de 2007. Los datos fueron obtenidos por medio de la revisión de literatura y de la transcripción de las narrativas de dos profesoras involucradas con la atención educativa de un niño con discapacidad y su responsable legal. Como resultados, es posible constatar que tanto las profesoras como la familia se sienten poco preparados para lidiar con la inclusión escolar. Se trata de un desafío educativo, que necesita ser ampliamente discutido, a fin de garantizar de hecho, no solo el acceso, sino la permanencia de niños con discapacidad en las clases regulares de la Educación Básica. La percepción de los sujetos fue analizada en base a los efectos discursivos del dispositivo pedagógico, llevando a una percepción negativa sobre las condiciones con que la política de la educación inclusiva ha sido implementada en el país. Se comprende que las condiciones materiales son desfavorables para la realización de prácticas pedagógicas fuertemente ancladas en el principio de la educación inclusiva pues aún están pautadas en la atención individual de cada niño, bajo el punto de vista del aprendizaje. Por lo tanto, cabe preguntarse si existe interés político para crear instituciones inclusivas e incluso pensar cuáles serían los límites de esta inclusión en una sociedad extremadamente excluyente.

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Biografía del autor/a

Andréia Luciane Borges, Rede Municipal de Ensino de Lages - SC

Mestra em Educação pela Universidade do Planalto Catarinense. Professora da Rede Municipal de Ensino de Lages, SC.

Gabriela Schlichting Vieira Luckmann, Rede Municipal de Ensino de Lages - SC

Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade do Planalto Catarinense. Professora da Rede Municipal de Ensino de Lages, SC.

Jaime Farias Dresch, Universidade do Planalto Catarinense

Doutor em Educação pela Universidade Federal de São Carlos. Docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade do Planalto Catarinense e orientador da pesquisa.

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Publicado

2024-05-14

Cómo citar

BORGES, Andréia Luciane; LUCKMANN, Gabriela Schlichting Vieira; DRESCH, Jaime Farias. Educação inclusiva na Educação Infantil: as políticas públicas e sua ineficácia para induzir a criação de ambientes educacionais inclusivos. Revista Educare (Online), [S. l.], v. 10, p. 1–27, 2024. DOI: 10.22478/ufpb.2527-1083.2024v10.69793. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/educare/article/view/69793. Acesso em: 22 oct. 2026.

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