Diásporas como atores do desenvolvimento do Brasil
em busca do capital humano “perdido”?
DOI:
https://doi.org/10.22478/ufpb.2525-5584.2025v10n2.69880Palavras-chave:
Mobilidade internacional, Diáspora científica, Políticas públicas, BrasilResumo
O objetivo deste artigo é refletir criticamente se o engajamento com a diáspora brasileira de ciência, tecnologia e inovação (CT&I), pode ser entendido como um fator de incremento do capital humano científico e tecnológico do país. O artigo combina revisão de literatura com análise documental - legislação e outras normas jurídicas relacionadas com a temática discutida -, além de dados secundários. A partir da crítica à Teoria do Capital Humano, apresentamos visões do papel das diásporas altamente qualificadas e as possibilidades de contribuições aos seus países de origem. Adicionalmente, traçamos um histórico da postura do Brasil frente à mobilidade e migração internacional de pessoas altamente qualificadas e as mudanças que ocorreram recentemente. Mesmo tendo observado alguns avanços, nossas análises sugerem que a postura do Brasil, de ênfase na retenção e no retorno, não parece ter se alterado substancialmente. Concluímos com a proposição de uma agenda de pesquisa, que acreditamos ser crucial para monitorar e moldar novas políticas de engajamento com a diáspora brasileira de ciência, tecnologia e inovação (CT&I).
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