A “AVOENGA E QUINHENTISTA INSTITUIÇÃO SERVIL". DEBATES SOBRE ESCRAVIDÃO NA PRIMEIRA LEGISLATURA POR VOTO DIRETO NO BRASIL (1881-1884)

Autores

  • Alexandra do Nascimento Aguiar Universidade do Estado do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.2317-6725.2017v36n36.30968

Palavras-chave:

escravidão, Lei Saraiva, conservadorismo, Câmara dos Deputados.

Resumo

Este artigo tem como enfoque os debates sobre o projeto de emancipação dos sexagenários na legislatura oriunda da Lei Saraiva. Através dos debates parlamentares, propõe-se a analisar as concepções dos deputados sobre a intervenção do Estado na libertação de escravos e na concessão de direitos aos libertos. O objetivo é demonstrar o viés conservador que orientou a conduta de parlamentares da situação e da oposição, respectivamente partidos Liberal e Conservador, contra a reforma servil. Nesse quadro, a expansão da cidadania decorrente da libertação pelo Estado foi recebida como ameaça às relações de comunidade e de obediência intrínsecas das hierarquias tradicionais e que fundamentavam a visão de mundo conservadora.

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Publicado

2018-03-27

Como Citar

AGUIAR, A. do N. A “AVOENGA E QUINHENTISTA INSTITUIÇÃO SERVIL". DEBATES SOBRE ESCRAVIDÃO NA PRIMEIRA LEGISLATURA POR VOTO DIRETO NO BRASIL (1881-1884). Sæculum – Revista de História, [S. l.], v. 36, n. 36, 2018. DOI: 10.22478/ufpb.2317-6725.2017v36n36.30968. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/srh/article/view/30968. Acesso em: 24 jan. 2022.

Edição

Seção

Dossiê