Religião: autonomia, especificidade ou subordinação? Reflexões sobre a História das Religiões a partir da Reforma Protestante

Autores

  • João Guilherme Lisbôa Rangel Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.2317-6725.2019v0n40.41814

Palavras-chave:

Religião, Cultura, História, Reforma, Iconoclastia.

Resumo

A partir da análise de diferentes abordagens acerca da relação entre História e religião, bem como sobre a História das Religiões, o presente artigo reflete até que ponto se pode considerar a religião como categoria autônoma e específica do conhecimento. Em outras palavras, procura-se pensar até que ponto o religioso apresenta certa especificidade epistemológica ou então se ela se submete ao arbítrio da cultura. No que compete a disciplina História, a religião estaria desconectada ou subordinada à História Cultural? Para ilustrar tal embate e suas aplicações, recorre-se ao caso da Reforma a fim de verificar como a dimensão do religioso, especificamente a iconoclastia da Reforma, foi abordada pela historiografia e os impactos interpretativos das diferentes concepções sobre a religião neste acontecimento.

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Biografia do Autor

João Guilherme Lisbôa Rangel, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

Doutorando em História pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).

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Publicado

2019-07-06

Como Citar

LISBÔA RANGEL, J. G. Religião: autonomia, especificidade ou subordinação? Reflexões sobre a História das Religiões a partir da Reforma Protestante. Saeculum, [S. l.], n. 40, p. 1–17, 2019. DOI: 10.22478/ufpb.2317-6725.2019v0n40.41814. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/srh/article/view/41814. Acesso em: 18 jun. 2024.