CAPITALISMO PERIFÉRICO E A MATERIALIDADE IDEOLÓGICA DA BRANQUITUDE NO BRASIL
DOI:
https://doi.org/10.46906/caos.n33.70541.p134-152Palabras clave:
branquitude, racismo, ideologia, superexploração.Resumen
El artículo analiza la blancura como ideología en la formación social de Brasil y su papel en la reproducción de las relaciones sociales capitalistas. El texto comienza con una revisión del tratamiento del tema en la literatura nacional, destacando, en esta bibliografía, discusiones sobre el racismo, el carácter dependiente del capitalismo brasileño y la superexplotación. A continuación, nuestro análisis materialista de la blancura está respaldado por la categoría de ideología definida como un proceso discursivo de reproducción de la forma social hegemónica, tal como la trata Eagleton (1997). Como resultado, el artículo concluye que la blancura ofrece formas ilusorias de universalizar las representaciones, incluidas las raciales-fenotípicas, de ser un sujeto humano; transforma las desigualdades en efectos de rasgos proyectados como naturales; unifica las clases sociales en torno a la necesidad de reproducir la sociedad tal como se presenta; racionaliza las desigualdades y la opresión; orienta prácticas concretas; y legitima las relaciones sociales existentes bajo el capital en la periferia. En definitiva, el estudio señala que la blancura contribuye a la reproducción de las relaciones sociales en el capitalismo periférico.
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