Jogos de guerra e o estereótipo do terrorista no videojogo America’s Army
territorialização, guerra e alteridade islâmica
DOI:
https://doi.org/10.22478/ufpb.2763-9398.2008v1n.11632Palavras-chave:
Jogos de Guerra, Alteridade, EstereótiposResumo
Os videojogos disponibilizados na Internet despertam uma crescente e preocupante atenção entre educadores e pesquisadores, quer pelo seu potencial para efeitos de aprendizagem, quer pelas possibilidades alienantes e de isolamento de seus usuários. Para além das correlações que possam existir entre videojogos e violência alguns jogos despertam a atenção pela forma como impõe representações sociais a determinados povos ou comunidades, como é o caso do objeto de estudo deste artigo: “América’s Army”. Trata-se de um jogo de guerra onde os papéis assumidos pelos jogadores combatentes são sempre os soldados dos EUA (“guardião da liberdade e do modo de vida americano”) e em alguns raros casos, aliados dos EUA, que cumprem missões de batalhas. O outro (os que sofrem as ações do combate), quase em sua totalidade, guarda feições dos “terroristas” do oriente islâmico.
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