O cajueiro e a suinã: duas árvores no meio do mundo
Resumo
Do macrossistema de literaturas de língua portuguesa escolhemos as literaturas brasileira e angolana para nosso estudo com os livros Sagarana de João Guimarães Rosa e Luuanda de José Luandino Viera. Podemos considerar que nos dois autores a vegetação tem a reversibilidade presente, especialmente nas árvores que trazem a morte e o renascimento constante no ciclo da vida. A árvore que marca o meio do mundo de Luuanda é o pé de caju como o símbolo de Angola e a do eterno recomeço. Em Sagarana é a suinã a árvore no meio do mundo pois na maioria dos contos em que a árvore aparece como uma ligação entre o homem e Deus, ela está presente com o nome de suinã, coraleira ou barbatimão, com a seiva vermelha cor de sangue. Mas tanto o cajueiro como a suinã convocam o homem para buscar as suas origens, o cajueiro fixando o homem pela raiz e a suinã ligando o homem ao universoDownloads
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Publicado
01.01.2005
Como Citar
BARROS, Lílian B. O cajueiro e a suinã: duas árvores no meio do mundo. Revista Graphos, [S. l.], v. 7, n. 1, 2005. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/graphos/article/view/9442. Acesso em: 2 jun. 2026.
Edição
Seção
Artigos do Dossiê



