UMA REALIDADE NACIONAL DE INJUSTIÇA AMBIENTAL
A SUBSIDÊNCIA DE BAIRROS EM MACEIÓ COMO CONSEQUÊNCIA DA MINERAÇÃO DE SAL-GEMA PELA BRASKEM
DOI:
https://doi.org/10.22478/ufpb.1678-2593.2023v22n51.69732Palavras-chave:
Injustiça ambiental; atividade minerária; subsidência em bairros de Maceió; Braskem; Direitos Humanos.Resumo
A mineração de sal-gema na cidade de Maceió, capital das Alagoas, desde a descoberta das jazidas até a instalação da mineradora Braskem, se pautou por controvérsias, desrespeito à legislação e interesses políticos que não levaram em conta a opinião da população nem os danos à fauna e flora marinhas. A extração mineral, desde 1976, impactou o solo, causando o processo de subsidência do mesmo nos bairros Pinheiro, Mutange, Bebedouro, Bom Parto e Farol, tornando as casas inabitáveis e obrigando os moradores ao esvaziamento dos bairros. Esse artigo apresenta: objetivo: apresentar o caso de Maceió a luz do conceito de injustiça ambiental, uma vez que a externalidade negativa da mineração não atingiu a todos os moradores dos bairros maceioenses igualmente; problema: pontuar se há articulação entre os diversos atores envolvimentos no evento na construção de mecanismos para que se fizesse justiça ambiental a todos os atingidos; conclusão: embora o evento ainda esteja em andamento, há articulação dos envolvidos visando justiça para os atingidos mais vulneráveis; marco teórico: O que é justiça ambiental (2009), de Henri Acselrad, Cecília Campello do Amaral Mello e Gustavo das Neves Bezerra; metodologia: hipotético-intuitiva a partir da análise documental de textos bibliográficos específicos consultados como fontes primárias.
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