A FICCIONALIDADE INDIGESTA DE O CADERNO ROSA DE LORI LAMBY, DE HILDA HILST

Autores

  • Merissa Ferreira Ribeiro Universidade Federal do Pará - UFPA
  • Andréa Jamilly Rodrigues Leitão Universidade de São Paulo
  • Antônio Máximo Ferraz Universidade Federal do Pará

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.2764-4251.2021.n1.59614

Palavras-chave:

Ficcionalidade, Real, Linguagem, Pornografia, Lori Lamby

Resumo

O presente artigo tem como objetivo discutir a questão da ficcionalidade em O Caderno Rosa de Lori Lamby (1990), da escritora paulista Hilda Hilst, obra na qual temos uma narradora de oito anos que, por meio de uma linguagem cinicamente infantilizada, constrói um registro minucioso de suas experiências sexuais. Uma vez que essa temática se mostra, por vezes, indigesta (assim como já o era para os editores na época de sua publicação), a reflexão sobre o que vem a ser o ficcional torna-se fundamental para pensar o conceito de realidade literária proposta pela obra. Essa questão é relevante inclusive para compreender as diferentes interpretações que Hilda suscitou com a citada narrativa, a qual inaugurou a sua produção dita pornográfica.

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Publicado

2021-09-15

Como Citar

Ferreira Ribeiro, M., Rodrigues Leitão , A. J., & Máximo Ferraz, A. (2021). A FICCIONALIDADE INDIGESTA DE O CADERNO ROSA DE LORI LAMBY, DE HILDA HILST. Revista LiteralMENTE , 1(1), 128–140. https://doi.org/10.22478/ufpb.2764-4251.2021.n1.59614

Edição

Seção

Dossiê: Horizontes Subjetivos

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