A questão queer em Bixa Travesty

gênero e sexualidade à luz do protagonismo do corpo

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.2764-4251.2026.n1.78782

Palabras clave:

documentários LGBTQIAPN+, teorias queer, protagonismo do corpo, gênero e sexualidade

Resumen

O presente artigo analisa o documentário Bixa Travesty, com as questões de gênero, sexualidade e corporeidade que ele suscita ao retratar a vida e arte de Linn da Quebrada, protagonista do filme, destacando sua relação com corpo, gênero e sexualidade, questionando normas sociais e promovendo o ativismo artístico. Bixa Travesty, ao encontro das ideias de Merleau-Ponty, enfatiza o protagonismo do corpo, especialmente em se tratando do caso de pessoas LGBTQIAPN+. Há cenas de nudez, performances e interações que reforçam a materialidade do corpo como instrumento basilar na mediação de nossas experiências com o mundo e fundamentam a desconstrução de categorias binárias e preconcebidas de gênero e de sexualidade, aos moldes propostos por autores como Judith Butler, Paul Preciado e Tereza de Lauretis. O corpo é concebido no documentário como presença e não apenas objeto físico, sendo fundamental na vivência e na construção da realidade. Assim, por meio do produto audiovisual que este trabalho traz à baila, reforça-se a ideia de que a arte e o corpo são instrumentos de transformação cultural e social.

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Biografía del autor/a

Jamilson José Alves-Silva, UNIP

Doutor em Comunicação pela Universidade Paulista, mestre em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela PUC/SP. Professor de Teorias da Comunicação e de Língua Espanhola na Universidade Paulista.

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Publicado

2026-08-19

Cómo citar

Alves-Silva, J. J. (2026). A questão queer em Bixa Travesty: gênero e sexualidade à luz do protagonismo do corpo. Revista LiteralMENTE , 6(1), 24–35. https://doi.org/10.22478/ufpb.2764-4251.2026.n1.78782

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