DUZENTOS ANOS DE 1817: CAMINHOS HISTORIOGRÁFICOS E ALGUMAS DISCUSSÕES SOBRE A REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA

Autores

  • Breno Gontijo Andrade Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.2317-6725.2017v36n36.32389

Palavras-chave:

Revolução Pernambucana, Revolução de 1817, Historiografia.

Resumo

O artigo trabalha com a produção historiográfica da Revolução Pernambucana de 1817 ao longo de quase duzentos anos. Textos dos revolucionários, realistas, viajantes, historiadores, observadores embasam o estudo. Também questiona o esquecimento da historiografia sobre a Revolução de 1817: primeiro movimento a ter sucesso em sua declaração de independência da Coroa portuguesa, primeiro movimento a buscar ajuda política, militar e econômica de outros países, primeiro movimento a criar uma pré-constituição no Brasil, primeiro movimento a ter grande apoio da maçonaria e do clero que pegou em armas, primeiro movimento a ter centenas de presos acusados de crime de lesa-majestade.

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Biografia do Autor

Breno Gontijo Andrade, Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG

Doutorando em História e Culturas Políticas (UFMG) Mestre em História e Culturas Políticas (UFMG) Graduação em História (UFMG)

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Publicado

2018-03-27

Como Citar

ANDRADE, B. G. DUZENTOS ANOS DE 1817: CAMINHOS HISTORIOGRÁFICOS E ALGUMAS DISCUSSÕES SOBRE A REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA. Sæculum – Revista de História, [S. l.], v. 36, n. 36, 2018. DOI: 10.22478/ufpb.2317-6725.2017v36n36.32389. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/srh/article/view/32389. Acesso em: 24 jan. 2022.

Edição

Seção

Dossiê