Vampiros, sangue e resistência: religiosidade afro-diaspórica, anticolonialidade e a metáfora do vampirismo em “Vampiros veganos” e “Pecadores”

Autores

  • Pedro Afonso Caires e Silva
  • Marlúcia Mendes da Rocha

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.1807-8931.2026v22n5.78778

Palavras-chave:

Vampirismo. Religiosidade afro-brasileira. Linguagem. Rap. Cinema negro.

Resumo

Este artigo propõe uma análise cruzada entre a canção Vampiros Veganos, de Thiago ElNiño, e o filme Pecadores, de Ryan Coogler, mobilizando a metáfora do vampirismo como chave crítica para denunciar a persistência do extrativismo racial e dos mecanismos de dominação forjados pela colonialidade. Ancorado nas epistemologias afrodiaspóricas e em abordagens anticoloniais, o estudo examina de que modo essas obras tensionam o imaginário hegemônico ao reconfigurar linguagem, espiritualidade negra e estética como formas de reexistência e insurgência simbólica. Com base na oralitura Martins (2003), investiga-se como arte, religiosidade afro-brasileira e produção cultural negra se entrelaçam na construção de outros regimes de sentido e modos de existir que desafiam a racionalidade eurocentrada e o monopólio ocidental da narrativa.

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Publicado

2026-05-21

Como Citar

Silva, P. A. C. e, & Rocha, M. M. da. (2026). Vampiros, sangue e resistência: religiosidade afro-diaspórica, anticolonialidade e a metáfora do vampirismo em “Vampiros veganos” e “Pecadores”. Temática, 22(5), 31–42. https://doi.org/10.22478/ufpb.1807-8931.2026v22n5.78778

Edição

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