Germinando confluências:
Fronteiras epistemológicas e cosmologias afro-indígenas na comunicação do museu universitário Espaço do Conhecimento UFMG
DOI:
https://doi.org/10.22478/ufpb.2763-9398.2026v25n.76492Palavras-chave:
epistemologias afro-índigenas, práticas discursivas, museus, espaço do conhecimento UFMGResumo
Este artigo busca discutir os diálogos epistemológicos e os deslocamentos fronteiriços que perpassam os processos de construção e circulação do conhecimento, no âmbito do projeto de renovação da exposição de longa duração demasiado humano, no museu universitário Espaço do Conhecimento UFMG. Guiado pela Análise Crítica do Discurso (ACD) de Fairclough (2001), o percurso metodológico propõe um gesto exploratório e qualitativo para a investigação do discurso comunicado pelo catálogo da exposição, bem como dos aspectos de missão, visão e valores apresentados pelo texto curatorial e pelo texto da diretoria do museu, em relação à renovação expositiva no Espaço do Conhecimento. Os resultados indicam um conjunto de fatores financeiros, institucionais e epistêmicos que subsidiaram o projeto de renovação para que o âmbito expositivo do museu pudesse discutir o antropocentrismo a partir de saberes afro-indígenas.
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