A proteção do patrimônio arquivístico brasileiro: um estudo das ações do Ministério Público Federal
Palavras-chave:
Patrimônio Cultural - Proteção. Documentos de Arquivo - Destruição. Ministério Público Federal – Brasil.Resumo
Este artigo apresenta dados parciais de uma pesquisa de mestrado em Ciência da Informação em desenvolvimento que tem por objetivo identificar a vulnerabilidade dos acervos arquivísticos públicos e mapear as ações estatais para a sua proteção, bem como os seus limites. O documento de arquivo na perspectiva de patrimônio cultural foi incorporado à Constituição Federal de 1988, que atribuiu ao Poder Público o dever de sua proteção especial e, como medida coercitiva, a responsabilização daqueles que os destruírem e/ou danificarem por descuido ou voluntariamente. Os procedimentos metodológicos consistem no levantamento, nos jornais impressos e na internet, com base em descritores previamente definidos, de reportagens relatando atos lesivos praticados contra os documentos arquivísticos públicos; a identificação nos relatórios de atividades e nas atas de reunião da 4ª Câmara de Coordenação e Revisão do órgão fiscalizador – Ministério Público Federal - ações de defesa promovidas. Adotou-se como recorte temporal a publicação da Lei n° 8.159/1991 até 2011. Os resultados parciais demonstram que há um descompasso entre o que é noticiado sobre os danos ao patrimônio arquivístico público brasileiro e as ações de proteção promovidas pelo Ministério Público Federal, pois as ações de fiscalização, apuração e reparação não correspondem ao que é noticiado na imprensa.Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Autores(as) que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos: a) Autores(as) mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), que permite o compartilhamento do trabalho com o obrigatório reconhecimento da autoria e da publicação inicial nesta revista. b) Autores(as) têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente para distribuição não exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em um repositório institucional ou como capítulo de livro), desde que haja o reconhecimento de autoria e da sua publicação inicial nesta revista. c) Autores(as) têm permissão e são incentivados (as) a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) somente após a publicação oficial do artigo pela revista, preservando assim o sigilo da avaliação duplo-cega. Esse compartilhamento posterior tem potencial de aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.
