TESTAMENTO BIOLÓGICO E A OPÇÃO FUNDAMENTAL DO SER HUMANO DIANTE DAS TECNOLOGIAS

Autores

  • José Anchieta Arrais de Carvalho Universidade Federal do Piauí

DOI:

https://doi.org/10.7443/problemata.v16i4.73107

Palavras-chave:

Testamento biológico, tecnologias, opção fundamental, liberdade, desconfiança

Resumo

O artigo, intitulado Testamento biológico e a opção fundamental do ser humano diante das tecnologias, traz uma reflexão sobre liberdade, poder, valor, confiança e a opção fundamental que uma pessoa pode fazer durante a sua existência. Além de refletir sobre as tecnologias usadas em medicina. Este artigo objetiva a formação de uma consciência em torno do ser humano no que diz respeito às suas relações interpessoais. Ele visa, de um modo especial, o esclarecimento sobre os pontos positivos apresentados numa declaração antecipada de tratamento, sobretudo, as suas implicações concretas na vida de uma pessoa no seu estado de inconsciência. Bem como os riscos que corroem as relações humanas, quando uma declaração feita, na abstração e de forma hipotética, possa se sobrepor ao conhecimento atual de um determinado tempo ou se impor de forma determinante sobre outras liberdades. Tal abstração pode implicar na não atualidade da opção feita de forma antecedente diante do momento da sua concretização. Além disso, a possibilidade de tal declaração se transformar em lei, traz implicações que possam recair sobre a sociedade no presente e no futuro. O testamento biológico pode ser uma via de acesso a eutanásia, a qual inverte os valores, onde a morte, que era tida como um mal, transforma-se num bem almejado pela pessoa humana.

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Biografia do Autor

José Anchieta Arrais de Carvalho, Universidade Federal do Piauí

Pós-Doutorando em Filosofia (UFPI).

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Publicado

31-12-2025

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