Anjo caído em chão de praça
persistência de uma ruína em direção a sua monumentalidade
DOI:
https://doi.org/10.22478/ufpb.3086-2396.2025v1n01.76734Palavras-chave:
Anjo Azul, Monumento, Ruína, Memória, Espaço públicoResumo
O artigo explora a trajetória da escultura Anjo Azul, do artista potiguar José Jordão, desde sua criação até sua fragmentação e abandono em praça pública. Originalmente encomendada para a fachada de uma galeria de arte comercial, a escultura permaneceu no chão da praça por quase uma década. O texto relaciona o processo de arruinamento e a ausência de uma reação coletiva com a sua posterior monumentalização enquanto símbolo de um futuro não alcançado. Para isso, dialoga com as contribuições teóricas de Walter Benjamin, Jacques Rancière e outros autores que discutem o papel da arte e das ruínas na manutenção e partilha de memórias.
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