Black is King y la construcción de nuevas narrativas sobre las personas negras en la diáspora
Palabras clave:
Interseccionalidad, Diáspora africana, Personas negras, Mujeres negras, Cultura popResumen
En este artículo, buscamos comprender cómo la película Black is King (2020), de la cantante estadounidense Beyoncé, construye nuevas narrativas sobre las personas negras en la diáspora y resuena en otros territorios. Para ello, optamos por el análisis fílmico como método, basándonos en el enfoque metodológico de los Estudios Culturales, específicamente en el protocolo de codificación y decodificación desarrollado por Hall, bajo una perspectiva interseccional desarrollada por Autora (2022). Como resultado, percibimos que la cantante construye y representa una narrativa de empoderamiento negro a través de la obra analizada y desmiente los estereotipos sobre las mujeres negras.
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Citas
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