Black is King y la construcción de nuevas narrativas sobre las personas negras en la diáspora

Autores/as

  • Karina Gomes Barbosa Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)
  • Sandra Rita de Cássia Roza Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) https://orcid.org/0009-0009-5102-2406

Palabras clave:

Interseccionalidad, Diáspora africana, Personas negras, Mujeres negras, Cultura pop

Resumen

En este artículo, buscamos comprender cómo la película Black is King (2020), de la cantante estadounidense Beyoncé, construye nuevas narrativas sobre las personas negras en la diáspora y resuena en otros territorios. Para ello, optamos por el análisis fílmico como método, basándonos en el enfoque metodológico de los Estudios Culturales, específicamente en el protocolo de codificación y decodificación desarrollado por Hall, bajo una perspectiva interseccional desarrollada por Autora (2022). Como resultado, percibimos que la cantante construye y representa una narrativa de empoderamiento negro a través de la obra analizada y desmiente los estereotipos sobre las mujeres negras.

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Biografía del autor/a

Karina Gomes Barbosa, Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)

Professora adjunta do curso do Jornalismo da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Doutora em Comunicação Social pela Universidade de Brasília (UnB), na linha Imagem e Som.

Sandra Rita de Cássia Roza, Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)

Mestra em Comunicação pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e graduada em Jornalismo na mesma instituição.

Citas

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Publicado

2026-07-02

Cómo citar

GOMES BARBOSA, Karina; RITA DE CÁSSIA ROZA, Sandra. Black is King y la construcción de nuevas narrativas sobre las personas negras en la diáspora. Culturas Midiáticas, [S. l.], v. 24, 2026. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/cm/article/view/76243. Acesso em: 4 jul. 2026.

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