A INJUSTIÇA AMBIENTAL NO PARADIGMA DA QUIMICALIZAÇÃO DA VIDA HUMANA
A VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS A PARTIR DA SILENCIOSA INTOXICAÇÃO MEDICAMENTOSA E ALIMENTAR
DOI:
https://doi.org/10.22478/ufpb.1678-2593.2023v22n51.69805Palavras-chave:
quimicalização da vida;, indústria da doença;, injustiça ambiental;, intoxicação medicamentosa;, intoxicação alimentar;, institucionalização da intoxicação;Resumo
A sociedade contemporânea vive um momento em que patologias físicas, sociais, políticas, econômicas e ambientais se interseccionam, com inúmeros reflexos na saúde humana e no meio ambiente. Configurou-se a institucionalização de uma intoxicação múltipla, gerando violações ao direito à saúde, à alimentação e ao meio ambiente, com graves impactos quanto à proteção à vida. O presente artigo traz como marco teórico a Sociedade de Risco de Ulrick Beck, postulando que o atual modelo de desenvolvimento desenhou uma modernidade produtora de substâncias químicas contaminantes, de riscos para a saúde e para o meio ambiente, convergindo no paradigma da quimicalização da vida humana. Essas substâncias chegam à população através dos agrotóxicos, dos medicamentos utilizados de forma indiscriminada, e, até mesmo, mascaradas em uma alimentação cada vez mais industrializada, contendo inúmeros componentes químicos. O texto objetiva discutir a injustiça ambiental causada pela violação dos direitos humanos através da intoxicação medicamentosa e alimentar da atualidade. O problema dessa pesquisa pretende responder se o processo de quimicalização da vida humana viola os direitos à saúde humana, ambiental e ao meio ambiente equilibrado. A metodologia utilizada nesse trabalho foi a dedutiva a partir de pesquisa bibliográfica.
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