O COLORIR DOS ELEMENTOS PARATEXTUAIS NA OBRA “O GALO GARNIZÉ DE RENATA JUNQUEIRA E ILUSTRAÇÃO DE GISELE FEDERIZZI
DOI:
https://doi.org/10.22478/ufpb.1516-1536.2024v26n3.71014Palavras-chave:
literatura infantil; livro ilustrado; elementos paratextuais.Resumo
A imagem como elemento multimodal, na composição de livros de literatura, tem apresentado um rico diálogo, entre obra e leitor, no que diz respeito à apropriação do texto literário. É por isso que o livro destinado ao público infantil vem se constituindo, também, a partir de uma composição multimodal, em que os paratextos, isto é, enquanto recurso visual, propõem novas inquietações que antecipam a entrada no texto literário. Segundo Genette (2009), os paratextos (título, subtítulo, prefácio, epígrafe, dedicatória, frontispício, guarda, capa, quarta capa entre outros) conduzem um modo de ler e atuam como entrada de recepção e de consumo da obra.
Os elementos paratextuais, comumente em livros ilustrados, compõem a narrativa, evocando o leitor a construir hipóteses e/ou significados sobre a história. Determinada inserção promove informações antecipadas, aspecto que amplia as possibilidades de interpretação, e integra, também, uma função estética na totalidadade da obra. Dito isso, o objetivo deste trabalho é analisar os elementos paratextuais da obra “O Galo Garnizé”, de Renata Junqueira de Souza e as ilustrações de Gisele Federizzi em diálogo com a própria narrativa apresentada. Para tanto, o suporte teórico foi respaldado em estudiosos tais como Genette (2009), Nikolajeva e Scott (2011), Linden (2011) e Dalcin (2013).
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Referências
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