TEACHING PHILOSOPHY AS A PHILOSOPHICAL QUESTION IN BRAZIL:

CAN TEACHERS AND STUDENTS BE PHILOSOPHERS?

Authors

  • Amanda Veloso Garcia IFRJ/Pinheiral

DOI:

https://doi.org/10.7443/problemata.v16i2.71279

Keywords:

Philosophize, Teaching Philosophy, Formation, Brazilian Philosophy

Abstract

The field of studies on the teaching of Philosophy has been mainly concerned with discussing the importance of its presence in basic education and for society in general, in reflecting on the themes and contents to be taught and in seeking methodologies for its teaching. Given this scenario, this article aims to understand whether “teachers and students can be philosophers?”, analyzing what the right to philosophize involves in Brazil. Initially, a general overview of discussions in the field will be presented, showing some challenges for teaching Philosophy in the country. In a second step, some data relating to the Professional Master's Degree in Philosophy (Prof-Filo) will be analyzed to reflect on issues about the teaching of Philosophy in Brazil. And, finally, the article will focus on some notes for teaching Philosophy in Brazil with its territorial specificities. The right to philosophize is understood in this article not only as the discussion about the importance of teaching Philosophy for school and society, or the need for it to be mandatory in basic education, but it encompasses the analysis of the relationship between methodologies and the encouragement to philosophize about the reality of Brazilian schools.

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Author Biography

Amanda Veloso Garcia, IFRJ/Pinheiral

Possui Licenciatura (2012), Bacharelado (2014) e Mestrado (2016) em Filosofia e Doutorado (2021) e Pós-Doutorado (2023) em Educação pela UNESP/Marília. É professora de Filosofia do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ/Pinheiral).

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Published

2025-04-30

How to Cite

Garcia, A. V. (2025). TEACHING PHILOSOPHY AS A PHILOSOPHICAL QUESTION IN BRAZIL:: CAN TEACHERS AND STUDENTS BE PHILOSOPHERS?. Problemata: International Journal of Philosophy, 16(2), 132–146. https://doi.org/10.7443/problemata.v16i2.71279

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