REFORMAS EDUCACIONAIS CONTEMPORÂNEAS FRENTE ÀS TEORIAS DE CURRÍCULO
dois conceitos, um interesse
DOI:
https://doi.org/10.15687/rec.v18i2.68041Palavras-chave:
Reformas Educacionais, Manipulação discursiva, Neoliberalismo, Teorias de CurrículoResumo
O presente artigo está vinculado ao Grupo de Estudos e Pesquisas em Gestão Educacional, currículo e políticas públicas no âmbito da Educação Profissional e Tecnológica do Instituto Federal Farroupilha (RS). Ao assumir-se a centralidade na análise das reformas educacionais no conturbado contexto político atual do Brasil, objetiva-se discutir como os textos legais vêm sendo apresentados à sociedade brasileira. Nessa esteira de novos embasamentos legais para o trabalho do professor e da escola, destaca-se a Reforma do Novo Ensino Médio (NEM) e a implementação da nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Mediante a compreensão de que o conteúdo desses documentos vai de encontro aos anseios da classe trabalhadora – que é a classe na qual se encontra a maioria da população brasileira –, este artigo se propõe a compreender as intencionalidades reais por trás dessas normativas e suas condições de produção. A metodologia escolhida, para melhor atingir os objetivos do trabalho, foi a análise de discurso da escola francesa. Realizou-se, também, uma breve análise sobre as teorias curriculares que ajudaram a justificar as principais considerações às quais chegou-se nesta pesquisa: a de que as novas legislações trazem a manutenção da hegemonia por meio da perpetuação dos currículos tradicionais.
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