DO RACIONALISMO CLÁSSICO
DOI:
https://doi.org/10.7443/problemata.v16i2.71327Palavras-chave:
Bacon, Descartes, Pascal, Spinoza, LeibnizResumo
Este artigo versa sobre a filosofia racionalista que floresceu no século XVII. Entende-se que, no geral, essa tendência continua e matiza estes dois principais elementos, ambos renascentistas: a nova racionalidade, que se afirma como fulcro para a dominação do meio natural e nega os especulativismos medieval e grego, e a luta contra o antropomorfismo. Considerando-os, em princípio, os clássicos da tradição ora em pauta, a intelectualidade da qual irradiam ideias fundantes, são abordados em seus respectivos sistemas estes cinco pensadores: o inglês Bacon, que legou à filosofia a teoria dos idola, e o francês Descartes, que, teorizando a dúvida, a seu tempo contribuiu para o questionamento aos preconceitos; o também francês Pascal, cujas ideias, em tese, serviram de base para o existencialismo; o holandês Spinoza, que sob nova perspectiva repôs o “conhece-te a ti mesmo”, e, enfim, o alemão Leibniz, um otimista pensador que, debruçado sobre o mundo, percebeu-o como o melhor dos possíveis.
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