SARTRE E KUBRICK:

O EXISTENCIALISMO EM “DE OLHOS BEM FECHADOS” (1999)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.7443/problemata.v16i4.73326

Palavras-chave:

Cinema e filosofia, existencialismo, conceito-imagem

Resumo

O cinema é capaz de provocar no espectador o espanto e a admiração, ambas as condições fundamentais para a reflexão filosófica, como afirmavam Platão e Aristóteles. Mais do que a busca pela reprodução do real em suas imagens, o cinema proporciona a produção de saber e de sentidos e sua linguagem particular potencializa a capacidade de reflexão, de compreensão e de sintetizar a emoção e a razão, a realidade e o imaginário O presente artigo elucida a possível relação entre Filosofia e cinema valendo-se principalmente da noção de “conceito-imagem”, oriunda das reflexões de Julio Cabrera (2006). A proposta é interpretar o filme De olhos bem fechados (1999), de Stanley Kubrick, à luz das concepções existencialistas de Jean Paul Sartre.  Nesse sentido, o filme selecionado apresenta aspectos fundamentais do existencialismo humanista de Sartre, como a responsabilidade total do ser humano, a ética, a angústia, o desamparo e o desespero. Questões que serão exploradas na análise dessa última obra realizada pela genialidade de Kubrick.

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Biografia do Autor

Bruno José Yashinishi, Universidade Estadual de Londrina

Doutorando em Educação pela Universidade Estadual de Londrina - UEL. Bolsista da CAPES. Mestre em História pela Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG. Especialista em Humanidades pela Universidade Estadual do Norte do Paraná - UENP. Graduado em Filosofia pelo Studium Theologicum Claretiano. Graduado em Sociologia pela Universidade Paulista - UNIP. Graduado em História pela Universidade Estadual do Norte do Paraná - UENP.

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Publicado

31-12-2025

Como Citar

Yashinishi, B. J. (2025). SARTRE E KUBRICK:: O EXISTENCIALISMO EM “DE OLHOS BEM FECHADOS” (1999). Problemata - Revista Internacional De Filosofia, 16(4), 180–193. https://doi.org/10.7443/problemata.v16i4.73326

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