RANKINGS UNIVERSITÁRIOS INTERNACIONAIS MEDEM QUALIDADE OU REPRODUZEM DESIGUALDADE?

UMA PERSPECTIVA DECOLONIAL A PARTIR DOS PRINCÍPIOS DA IGUALDADE E DA NÃO DISCRIMINAÇÃO

Autores

  • Catarina Pierdoná Wasilewski Universidade de Brasília (UnB)

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.2358-4351.2026v5n1.75522

Palavras-chave:

Rankings universitários. Perspectiva Decolonial. Princípios de Igualdade e de não Discriminação. Natureza Autorrealizável. Justiça Social na Educação.

Resumo

Este texto argumenta, sob uma perspectiva decolonial, que os rankings universitários globais, apesar de uma aparente objetividade, perpetuam desigualdades sistêmicas e violam princípios de igualdade e de não discriminação. Sob essa perspectiva, é evidente que a dependência em métricas quantificáveis, vieses geográficos e linguísticos, e a natureza autorrealizável dos rankings criam um ciclo vicioso que desfavorece instituições de países em desenvolvimento e aquelas com modelos menos intensivos em pesquisa. Por sua vez, o presente estudo explora as implicações jurídicas dessas classificações, analisando como suas metodologias criam iniquidades que contrariam os marcos legais nacionais e internacionais. Ao desafiar o status quo, o artigo propõe alternativas para uma avaliação mais equitativa e inclusiva da educação superior, enfatizando a necessidade de diversificação de métricas, avaliação contextualizada, transparência e o fortalecimento de sistemas nacionais de avaliação.

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Biografia do Autor

Catarina Pierdoná Wasilewski, Universidade de Brasília (UnB)

Graduanda em Direito pela Universidade de Brasília. E-mail: catarinapierdonaw@gmail.com. Lattes: http://lattes.cnpq.br/5253824623722089.

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Publicado

28-05-2026

Como Citar

Pierdoná Wasilewski, C. (2026). RANKINGS UNIVERSITÁRIOS INTERNACIONAIS MEDEM QUALIDADE OU REPRODUZEM DESIGUALDADE? UMA PERSPECTIVA DECOLONIAL A PARTIR DOS PRINCÍPIOS DA IGUALDADE E DA NÃO DISCRIMINAÇÃO. Revista Ratio Iuris, 5(1), 124–141. https://doi.org/10.22478/ufpb.2358-4351.2026v5n1.75522

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