ENSINO DE CORREÇÕES:
MEMÓRIAS DE FORMAÇÃO
DOI:
https://doi.org/10.7443/problemata.v16i3.75269Palavras-chave:
Ensino, Representação, Correção, FilosofiaResumo
Diante do processo formativo que vivemos, é como se o mundo estivesse pré definido e pronto, assim, cabe a nós apenas assimilar as representações e reproduzi-las. Este artigo investiga o conceito de “ensino de correção” que possui implicações tanto na aprendizagem, de forma objetiva, quanto nas dimensões subjetivas e afetivas dos sujeitos. Por meio de reflexões e experiências formativas, buscamos compreender o papel da representação no ensino, com base em Bergson (2010), Gelamo (2009) e Gallo (2008). A representação é entendida como uma redução do real, que impõe uma perspectiva padronizada sobre os objetos. Tal lógica não se aplica apenas aos conteúdos da aprendizagem, mas também às pessoas, vistas unicamente a partir de seus papéis institucionais. Assim, tudo o que escapa aos padrões é passível de correção. Para aprofundar a discussão, dialogamos com Freire (1987), Garcia e Gelamo (2012) e Greiner (2023). A partir do que se apresenta no texto, compreendemos que o conhecimento emerge do corpo e da experiência, em contraposição às imposições exógenas. O saber, portanto, reside no devir e não apenas na fixação de conceitos, ideias e pessoas.
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Referências
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