"Os professores de luvas brancas”:

marginálias do passado da historiografia uspiana

Autores

  • Diego José Fernandes Freire Universidade Federal do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.2317-6725.2025v30n52.73088

Palavras-chave:

Memória. Missão francesa. Universidade de São Paulo. Carlos Guilherme Mota.

Resumo

O corrente artigo pretende identificar e discutir alguns sentidos marginais à memória predominante da missão francesa no Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP), construída pelos discípulos nacionais deste empreendimento cultural franco-brasileiro. Situando-se no campo da história da historiografia brasileira, analisa-se o que se entende por uma memória subterrânea presente nos escritos historiográficos de Carlos Guilherme Mota, historiador vinculado à USP que, a partir de 1970, apresentou uma visão alternativa aos missionários franceses dos anos 1930. Trata-se, portanto, de uma discussão historiográfica a respeito dos limites de uma memória institucional relativa a um momento importante do início do curso superior de História (e Geografia) em uma universidade brasileira específica, a USP. Dividido em três seções e inspirando-se nas reflexões sobre a noção de memória, o presente trabalho utiliza como fontes entrevistas, depoimentos e artigos de historiadores, bem como a tese de livre-docência de Guilherme Mota, defendida em 1975.

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Publicado

2025-10-06

Como Citar

FERNANDES FREIRE, Diego José. "Os professores de luvas brancas”: : marginálias do passado da historiografia uspiana. Sæculum - Revista de História, [S. l.], v. 30, n. 52, p. 89–110, 2025. DOI: 10.22478/ufpb.2317-6725.2025v30n52.73088. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/srh/article/view/73088. Acesso em: 4 jun. 2026.

Edição

Seção

Dossiê - História e Universidade

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