Alfabetização para os direitos humanos e a pedagogia engajada de Paulo Freire
DOI:
https://doi.org/10.22478/ufpb.2527-1083.2025v13.73793Palavras-chave:
Pedagogia Engajada. Paulo Freire. Direitos Humanos. Interseccionalidade.Resumo
O presente artigo visa estabelecer um diálogo entre os conceitos apresentados por Paulo Freire (2020), bell hooks(2017), Patrícia Hill Collins(2021) e Sirma Bilge(2021). Inserido no campo dos estudos críticos da pedagogia engajada, o estudo tem como foco as contribuições das obras “Pedagogia do Oprimido”, “Ensinando a Transgredir” e “Interseccionalidade”, buscando apontar possíveis pontos de convergência entre as três produções no diálogo com a reflexões sobre a construção de frestas para promover a diversidade no território escolar. Utilizando uma abordagem qualitativa e crítica, o estudo justifica-se pela observância de dados empíricos sobre discriminação escolar, destacando a necessidade de práticas pedagógicas que considerem as interseccionalidades. A análise ressalta a importância de uma educação que promova uma pedagogia dialógica e crítica.
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