LOS LÍMITES DE LO COMÚN EN LAS PRODUCCIONES CURRICULARES Y LOS INTENTOS DE ANULACIÓN DE LA DIFFÉRANCE
DOI:
https://doi.org/10.15687/rec.v18i2.74452Palabras clave:
Currículo, Común, Différance, Hospitalidad, Pensamientos derridianosResumen
Este trabajo busca desestabilizar una noción sedimentada de lo “común” en las políticas curriculares para la Educación Básica. Para ello, recurre a estudios del campo del currículo, argumentando que el conflicto en torno a lo “común” es una proyección de un futuro normativo y fijo para todos, equiparado con la idea de una educación de calidad. Inicialmente, con aportes de los estudios de Derrida y Laclau, interpreta algunas políticas curriculares en curso como intentos de hegemonización mediante un consenso armonioso que busca contener la différance. En la sección siguiente, se propone desestabilizar la idea de currículo como certeza, dado que la educación puede entenderse como un acontecimiento dentro de distintos procesos de traducción. Luego, discute cómo los sentidos de lo común son producidos en la política como elementos estables y reguladores de una sociedad democrática. Finalmente, plantea que la propuesta de lo “común” habita en la indecidibilidad, una respuesta que promueve un compromiso con una hospitalidad incondicional.
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