Interpretar textos para crear lectores: la experiencia con la literatura fantástica en PIBID - Lengua Española
DOI:
https://doi.org/10.22478/ufpb.2966-3997.2025.n2.77290Palavras-chave:
Literatura fantástica, Aprendizaje significativo, Teoría socioculturalResumo
Ao longo da última década, diversas autarquias governamentais brasileiras, como o Ministério da Educação e Cultura (MEC), têm demonstrado grande preocupação com o número de leitores ativos no país. Uma reportagem da Folha de São Paulo (2004) mostra que a média de livros lidos é de 1,8 por pessoa. Diante da impossibilidade de realizar aulas específicas sobre literatura nas escolas, já que o programa da disciplina não o permite, pretende-se criar uma comunidade virtual com o objetivo de promover o surgimento de um público interessado em literatura, especialmente na literatura fantástica. Compreendemos que, ao saber interpretar textos, é possível acionar o instinto investigador próprio dos adolescentes e incentivá-los a imaginar situações além dos conteúdos considerados previsíveis. Fundamentados na teoria sociocultural de Vygotsky (1987) e na aprendizagem significativa de Ausubel (1963), bem como nas teorias de Piglia (1986) e Todorov (1970) para delimitar os textos do fantástico, serão realizadas duas aulas em que se trabalhará um conto fantástico selecionado em sala, integrado aos conteúdos programáticos já existentes. Assim, o professor elaborará planos de aula baseados nas teorias citadas e desenvolverá ferramentas analíticas para o debate posterior em uma comunidade virtual.
