CHILDHOOD CULTURES IN THE HOSPITAL ENVIRONMENT:
BETWEEN IDEAS AND DESIGNS
DOI:
https://doi.org/10.22478/ufpb.2359-7003.2026v35n1.74674Keywords:
Childhood cultures, Children with chronic conditions, Hospital environmentAbstract
Children live and produce historically constructed childhood cultures, developing the ability to understand and signify the world. This process of meaning and resignification revolves around ideas and representations related to their routine, interactions with other children and adults, children's artifacts, and the environments in which they move. Therefore, this article seeks to reflect on the implications that the hospital environment has on the lives of children undergoing health treatment and who, therefore, build a culture specific to this space. Through qualitative research, nine children between seven and twelve years of age were interviewed, who expressed themselves through dialogues with the researcher, drawings, and symbolic games. Although the research is ongoing, it was found that children experience and externalize behaviors related to the environment, are marked by similar experiences when using words related to health treatment, repeating playful activities that imitate the hospital environment, and building a specific culture reflected in the way they experience the disease and understand the world.
Downloads
References
ARAÚJO, Solange. A prática psicanalítica em unidade de internação pediátrica. Dissertação. Mestrado em Comunicação Humana e Saúde. Programa de Pós-Graduação em Comunicação Humana e Saúde. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2023. 86f.
BARBOSA, Maria Carmen. Culturas escolares, culturas de infância e culturas familiares: as socializações e a escolarização no entretecer destas culturas. Educação & Sociedade. 2007; 28 (100):1059-1083.
BARBOSA, Maria Carmen. Tempo e cotidiano - tempos para viver a infância. Teoria & Prática, Campinas, v.31, n.61, p.213-222, nov. 2013.
BARBOSA, Maria Carmen. Em respeito aos bebês, crianças, suas famílias, territórios e futuros professores e professoras: constituir uma formação inicial consistente, crítica, sensível e propositiva. In: CHARLOT, Bernard et al. A pedagogia e a infância que queremos. São Paulo: Uniprosa, 2023, p.148-152.
BORGES, Kátia et al. Para não falar com as paredes: reflexões sobre a importância do vínculo e da escuta para construir relações saudáveis na escola. In: CHARLOT, Bernard et al. A pedagogia e a infância que queremos. São Paulo: Uniprosa, 2023, p.162-167.
BRASIL. Lei nº 8069/1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Brasília: Planalto, 1990.
BRASIL. Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente. Resolução 41/1995. Brasília: CONANDA, 1995.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde da criança: acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil. Brasília: Ministério da Saúde, 2002.
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria Nº 483, de 1º de abril de 2014. Brasília: Ministério da Saúde, 2014.
BRUSCATO, Andrea; BATA, Dionísia. Culturas de infâncias em pacientes com doenças crônicas: o olhar das crianças brasileiras e moçambicanas. In: RIBEIRO, Daniel; SOARES, A. (Org.). Saúde da criança e do adolescente: desafios e perspectivas. Ponta Grossa: Aya Editora, 2023, v. 4, p. 39-52.
BRUSCATO, Andrea et al. Culturas de Infância em Classes Hospitalares: interlocuções regionais. In: FURLEY, Ana Karyne et al. (Org.). Classe hospitalar, atendimento pedagógico domiciliar e brinquedoteca hospitalar: histórias, fundamentos, legislações, experiências e problematizações. Itapiranga: Schreiben, 2025, v. 1, p. 79-91.
CARRIJO, Maria Luiza. O hospital daqui e o hospital de lá: fronteiras simbólicas do lugar, segundo significações de crianças hospitalizadas. Dissertação de Mestrado em Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal de Mato Grosso. Cuiabá: Instituto de Educação, 2013, 109f.
CARVALHO, Ana Maria. Psicanálise e hospital: há ato analítico? Estudo sobre a especificidade da intervenção psicanalítica na pediatria e seus efeitos no tratamento da criança hospitalizada. Dissertação de Mestrado em Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte, 2011. 88f.
CASTRO, Elisa; PICCININI, Cesar Augusto. Implicações da doença orgânica crônica na infância para as relações familiares: algumas questões teóricas. Psicologia: Reflexão e Crítica, São Paulo, v.15, n. 3, p. 625–635, 2002.
CHARLOT, Bernard. Educação ou Barbárie? Uma escolha para a sociedade contemporânea. São Paulo: Cortez, 2020.
CORSARO, William. Sociologia da Infância. Porto Alegre: Artmed, 2011.
GONÇALVES, Elisa Pereira. Iniciação à pesquisa científica. Campinas, SP: Editora Alínea, 2001.
KISHI, Reiko et al. Hokkaido birth cohort study on environment and children's health: cohort profile. Environmental Health and Preventive Medicine, 2021, p.26-59.
KOHAN, Walter Omar. A infância da Educação: o conceito devir-criança. 2005. Disponível em: <http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/educacao/0184.html>. Acesso em: 10 abr. 2025.
MALAGUZZI, Loris. La educación infantil em Reggio Emilia. Barcelona: Ediciones Ectaedro, 2001.
MEIRIEU, Philippe. Carta a um jovem professor. Porto Alegre: Artmed, 2006.
MONTEIRO, Maria Amélia. Administração de medicação intravenosa a crianças. Atlas da Saúde. Fev 2014. Disponível em: <https://www.atlasdasaude.pt/artigos/administracao-de-medicacao-intravenosa-criancas> Acesso em 7.jun. 2025.
MORTIMER, Eduardo; SCOTT, Peter. Atividade Discursiva nas Salas de Aulas de Ciências: Uma Ferramenta Sociocultural para Analisar e Planejar o Ensino. Investigação em Ensino de ciências, Porto Alegre, v.7, n. 3, p. 01-24, 2002.
PEREIRA, Karla Raquel. O lúdico na infância - um elemento propulsor do desenvolvimento da criança. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. 2021; Ano 6(2) setembro:165-179.
QVORTRUP, Jens. A infância enquanto categoria estrutural. Educação e Pesquisa. São Paulo, v. 36, n. 2, p. 631-643, maio/ago., 2010.
RAMOS, Menandro. Desenho: um ensaio de abordagem. Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação, da Faculdade de Educação, Universidade Federal da Bahia. Salvador: UFBA, 2008, 206f.
RIOS, Terezinha Azerêdo. Infância e felicidade. IN: CHARLOT, Bernard et al. A pedagogia e a infância que queremos. São Paulo: Uniprosa, 2023, p.92-97.
SARMENTO, Manuel Jacinto; PINTO, Manuel. As crianças e a infância: definindo conceitos, delimitando o campo. In: SARMENTO, Manuel Jacinto; PINTO, Manuel (orgs). As crianças: Contextos e identidades. Braga: Centro de Estudos da Criança da Universidade do Minho. 1997, p. 9-30.
SARMENTO, Manuel Jacinto. As Marcas dos Tempos: a Interculturalidade nas Culturas da infância. Projecto POCTI/CED, nº 49186, 2002, 13p.
SARMENTO, Manuel Jacinto. Imaginário e Culturas da Infância. Cad. Educ. FaE, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas (21): 51-69, jul./dez. 2003.
SARMENTO, Manuel Jacinto. As Culturas da Infância nas Encruzilhadas da Segunda Modernidade. In: SARMENTO, Manuel Jacinto; CERISARA, Ana Beatriz. Crianças e Miúdos: Perspectivas Sociopedagógicas da Infância e Educação. Porto: ASA, 2004, p.1-22.
SOBRAL, Poliana; LOPES, Priscila; TRINCHÃO, Gláucia. O desenho como prática de investigação científica: Da percepção ao desenho registro. Revista Geometria Gráfica, v.2, n.2, 2018, p. 41-55.
VEIGA, Renata; FERREIRA, Manuela. Entre as práticas pedagógicas e as culturas infantis: contributo para a compreensão da participação das crianças em um Jardim de Infância. Cadernos de Estudos Sociais, Recife, v.32, n. 2, p. 11-38, jul/dez, 2017.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2026 Revista Temas em Educação

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Authors who publish in this journal agree to the following terms:
. Authors retain the copyright and grant the journal the right to first publication, with the work simultaneously licensed under the Licença Creative Commons Attribution that allows the sharing of the work with acknowledgment of authorship and initial publication in this magazine. . Authors are authorized to assume additional contracts separately, for non-exclusive distribution of the version of the work published in this journal (eg, publishing in institutional repository or as a book chapter), with acknowledgment of authorship and initial publication in this journal.
. Authors are permitted and encouraged to publish and distribute their work online (eg in institutional repositories or on their personal page) at any point before or during the editorial process, as this can generate productive changes, as well as increase impact and citation of the published work (See O Efeito do Acesso Livre).





