Infâncias no contexto indígena e o currículo:
por uma educação que rompe fronteiras e valoriza a diversidade
DOI:
https://doi.org/10.22478/ufpb.2359-7003.2026v35n1.74511Palabras clave:
Infâncias indígenas. Currículo. Estudos culturais. DiversidadeResumen
Este artículo propone una reflexión crítica sobre las formas de ser y vivir la infancia en el contexto de las pedagogías indígenas, articulando los Estudios Culturales en Educación con la experiencia formativa desarrollada en el curso de Licenciatura en Pedagogía en la aldea indígena Río das Cobras, ubicada en el municipio de Nova Laranjeiras, Paraná, Brasil. Considerando que los Estudios Culturales desestabilizan visiones homogéneas del currículo y de la infancia —entendidos como construcciones históricas, sociales y culturales—, el texto problematiza los currículos escolares aún basados en lógicas normativas y estandarizadas, contrastándolos con los saberes, prácticas y temporalidades de las infancias indígenas. El estudio muestra que la Educación Infantil, en comunidades indígenas, ocurre más allá de los muros escolares, fundamentándose en el respeto a la pluralidad y a los modos propios de existencia de los pueblos originarios. En este contexto, el aprendizaje ocurre mediante la observación, la convivencia y la escucha, en un tiempo que escapa al reloj escolar y valora la colectividad y el sentido de pertenencia. Por lo tanto, el artículo defiende la urgencia de repensar los currículos de la Educación Infantil, reconociendo a las infancias como productoras de saberes y culturas, y no como etapas incompletas del desarrollo humano. La experiencia formativa en la aldea Río das Cobras evidencia la potencia de prácticas pedagógicas situadas, críticas e interculturales, capaces de inspirar una educación que rompa con el modelo hegemónico y afirme la diversidad como principio ético y político del acto educativo.
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