O que o devir-criança pode nos ensinar sobre a relação entre humanos e não humanos
DOI:
https://doi.org/10.22478/ufpb.2359-7003.2026v35n1.74557Palavras-chave:
Devir-criança, Animismo, CiênciasResumo
Este artigo intenciona perceber como o devir-criança e o animismo infantil viabilizam um outro olhar para o mundo, para o meio ambiente e para as ciências. O referencial teórico são os estudos de Deleuze e Guattari (2012a, 2012b, 2016, 2017) e de autores como Krenak (2020), Castro (2018), Massumi (2017), Albert e Kopenawa (2023), Morton (2023), Acosta (2016), que questionam a utilidade da vida, a superioridade dos humanos sobre os não humanos e propõe novas maneiras de existir: um Bem Viver para humanos e não humanos. Trabalhamos com os conceitos de devir-criança, hecceidade e imanência. O caminho metodológico foi a contocartografia, inventada nessa pesquisa, a fim de dar corpo aos afectos e perceptos produzidos no encontro da pesquisadora com as crianças e com o devir-criança. Os instrumentos para a produção de dados foi a observação e a entrevista semi-estruturada.
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