O que o devir-criança pode nos ensinar sobre a relação entre humanos e não humanos

Autores

  • Veronica de Lima Mittmann Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Claudia Glavam Duarte

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.2359-7003.2026v35n1.74557

Palavras-chave:

Devir-criança, Animismo, Ciências

Resumo

Este artigo intenciona perceber como o devir-criança e o animismo infantil viabilizam um outro olhar para o mundo, para o meio ambiente e para as ciências. O referencial teórico são os estudos de Deleuze e Guattari (2012a, 2012b, 2016, 2017) e de autores como Krenak (2020), Castro (2018), Massumi (2017), Albert e Kopenawa (2023), Morton (2023), Acosta (2016), que questionam a utilidade da vida, a superioridade dos humanos sobre os não humanos e propõe novas maneiras de existir: um Bem Viver para humanos e não humanos. Trabalhamos com os conceitos de devir-criança, hecceidade e imanência. O caminho metodológico foi a contocartografia, inventada nessa pesquisa, a fim de dar corpo aos afectos e perceptos produzidos no encontro da pesquisadora com as crianças e com o devir-criança. Os instrumentos para a produção de dados foi a observação e a entrevista semi-estruturada.

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Referências

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Publicado

2026-07-02

Como Citar

DE LIMA MITTMANN, Veronica; GLAVAM DUARTE, Claudia. O que o devir-criança pode nos ensinar sobre a relação entre humanos e não humanos. Revista Temas em Educação, [S. l.], v. 35, n. 1, p. e-rte35120263, 2026. DOI: 10.22478/ufpb.2359-7003.2026v35n1.74557. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/rteo/article/view/74557. Acesso em: 3 jul. 2026.

Edição

Seção

Infâncias, crianças e estudos culturais em educação

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