POLÍTICAS CURRICULARES Y FORMACIÓN REFLEXIVA CRÍTICA EN LA ESCUELA SECUNDARIA EN CONTEXTOS DE TRANSFORMACIÓN
DOI:
https://doi.org/10.15687/rec.v19i2.72300Palabras clave:
Relaciones de enseñanza y aprendizaje, Racionalidad neoliberal, Políticas de currículo, Maestro y estudianteResumen
Este artículo analiza el impacto de las políticas curriculares en la Nueva Escuela Secundaria, centrándose en el itinerario formativo, bajo la lógica neoliberal que permea las relaciones de enseñanza y aprendizaje. A partir de un análisis documental sustentado en la perspectiva foucaultiana y los Estudios Curriculares, se discuten los desafíos impuestos a la educación contemporánea, especialmente en relación con la responsabilidad individual y la precariedad de las condiciones de trabajo. Los marcos legales elegidos consisten en la Base Curricular Común Nacional (BNCC), establecida por la Ley N° 13.415/2017 y la Resolución CNE/CEB N° 3/2018. Así, la reflexión teórica que sustenta el debate sobre la formación de sujetos flexibles y autónomos para el mercado laboral neosujeto adquiere nuevos significados y esta dirección asumida por la educación parte de la racionalidad neoliberal. Este movimiento económico-educativo impregna las relaciones cotidianas de enseñanza y aprendizaje, transformando a los estudiantes en aprendices de por vida, frente a la racionalidad neoliberal
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