EDUCAÇÃO, AVALIAÇÃO E PERFORMATIVIDADE
efeitos nos currículos, cotidianos e subjetividades docente
DOI:
https://doi.org/10.15687/rec.v19i1.69518Palavras-chave:
política de avaliação, performatividade, Currículos inventivos, cotidianos escolaresResumo
O artigo parte da perspectiva de que escolas são espaços de efusão de conhecimentos, sentidos e afetos que tencionam a hegemonia na produção de políticas de avaliação que excluem os currículos produzidos pelos praticantespensantes nos cotidianos nas/das escolas; tentam anular seu contexto de vida, utilizando indicadores avaliativos para o alcance de metas e desempenho para validar a prática docente. Compartilha como a influência normativa, entre Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2017) e políticas de avaliação atravessam o fazer docente, os currículos e os cotidianos da/na escola. De modo mais específico, argumenta sobre as tentativas de centralização e unificação dos currículos e do fazer docente. Ressalto a força inventiva de criação e experiências curriculares que perpassa na escola, onde há vida e produção para além do que é posto como competência e habilidade, pelas políticas avaliativas. O gerencialismo e a performatividade são as principais tecnologias discutidas nas pesquisas que envolvem as temáticas: política de avaliação, avaliações em larga escala, formação docente, currículos, cotidianos e educação e, com essas vertentes junto ao aporte teórico-metodológico de Ball (2012), Macedo (2014), Alves(2012), Carvalho (2013) e Foucault (1977) objetivamos deslocar pensamentos e compor outras possibilidades de estudo e pesquisas, pois somente a força do coletivo pode desestabilizar as tentativas de engessamento no espaço escolar.
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