O PROFESSOR COMO ARQUITETO DA PEDAGOGIA INSURGENTE NA ESCOLA
re-existência em atos de currículo
DOI:
https://doi.org/10.15687/rec.v19i2.70991Palavras-chave:
pedagogia, insurgência, multirreferencialidade, atos de currículo, etnometodologiaResumo
O presente texto discute a importância do professor como principal agente de atos de currículo pedagogicamente insurgentes e levanta pontos de reflexão sobre os que fazeres educativos emancipacionistas, decoloniais, no espaço escolar. O texto traz uma viagem teórica, crítico-reflexiva sobre as seguintes categorias conceituais: a) a existência práxica do educador; b) as cartografias conceituais estruturantes – professor engajado, pedagogia insurgente, re-existência, atos de currículo, multirreferencialidade curricular e decolonialidade em atos de currículo; e c) os etnométodos como dispositivos heurísticos de insurgência. Esta escrita é resultado de um entretecimento de ideias apresentadas e defendidas, especialmente, por Freire (1979, 1989, 1992, 1996, 1997, 2000, 2002, 2007); hooks (2017); Deleuze (1988); Foucault (2010); Macedo (2000, 2005, 2010, 2011, 2013, 2016, 2018); Munsberg (2020); Ranciêre (1995) e Walsh (2017). Sob a égide destes pressupostos, a sistematização dos dados e discussões possibilitam a compreensão da pedagogia insurgente no espaço escolar, a partir da re-existência em atos de currículo.
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