SI LA FACULTAD DE PEDAGOGÍA NO SE CAPACITA, ¿QUIÉN LO HARÁ? DISCURSOS CURRICULARES PARA CURSOS DE PRÁCTICA DE ALFABETIZACIÓN
DOI:
https://doi.org/10.15687/rec.v18i1.72097Palabras clave:
Currículum, Formación de Docentes, Discurso, Práctica, AlfabetizaciónResumen
El artículo examina la formación docente en Brasil, centrándose en la implementación de la Política Nacional de Alfabetización (PNA) y sus consecuencias para el currículo de formación inicial y continua de docentes. El estudio aborda la estructura del programa “Tiempo de Aprender”, que tiene como objetivo mejorar las prácticas pedagógicas a través de cursos basados en evidencia científica, promoviendo un enfoque técnico y prescriptivo. Se discute la centralidad de la práctica docente como eje de la formación, reflexionando sobre las disputas en torno a su significado y la introducción de un paradigma basado en competencias, criticado por reducir el papel del docente al de ejecutor de prácticas estandarizadas. Utilizando un enfoque teórico basado en Derrida, se discute la estructura normativa y su influencia en la autonomía docente. La crítica se extiende al carácter prescriptivo del currículo, cuestionando la alineación de las políticas educativas con los estándares de evaluación internacionales y su interferencia con la calidad de la educación.
Descargas
Citas
ASSOCIAÇÃO NACIONAL PELA FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO (ANFOPE). DOCUMENTO FINAL DO XX ENCONTRO NACIONAL DA ANFOPE 1 a 5 de fevereiro de 2021 “POLÍTICA DE FORMAÇÀO E VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: Resistências propositivas à BNC da Formação inicial e continuada”, 2021. Disponível em: https://doceru.com/doc/ncvc0scs. Acesso em: 12 nov. 2024.
BAKHTIN, Mikhail Mikhailovich. Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais do método sociológico na ciência da linguagem. 16 ed. São Paulo: Hucitec, 2014.
BRASIL. Ministério da Educação. Caderno da Política Nacional de Alfabetização. Secretaria de Alfabetização. Brasília: MEC, 2019. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/images/banners/caderno_pna_final.pdf. Acesso em: 5 nov. 2019.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Terceira versão. Brasília: MEC, 2017. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/a-base. Acesso em: 15 jan. 2018.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Curricular para a Formação de professores. Brasília: MEC, 2019. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/cne/resolucoes/resolucoes-cp-2019. Acesso em 12 de setembro de 2024.
COSTA, Eliane Miranda; MATTOS, Cleide Carvalho de; CAETANO, Vivianne Nunes da Silva. Implicações da BNC-formação para a universidade pública e formação docente. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 16, n. esp. 1, p. 896-909, 2021.
DERRIDA, Jacques. Posições. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
DEVECHI, Catia Piccolo Viero; TREVISAN, Amarildo Luiz. CENCI, Ângelo Vitório. A abordagem da educação baseada em evidências científicas na formação de professores: recuo da prática. Revista Brasileira de Educação, v. 27, p. 1-23, 2022.
FRANGELLA, Rita de Cássia Prazeres. Currículo, cultura e infância: políticas curriculares para a alfabetização em tempos de PNA. Projeto de Pesquisa. Rio de Janeiro: UERJ, 2022.
FRANGELLA, Rita de Cássia Prazeres. PADRÃO-POLÍTICA: fincando prioridade e propriedade no terreno educacional. Currículo sem Fronteiras, v. 19, n. 3, p. 828-843, 2019.
FRANGELLA, Rita de Cássia Prazeres. Avaliação como signo de qualidade: problematizando as (in)definições nas produções curriculares. Debates em Educação, v. 12, n. 1, p. 558-571, 2020.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Autores Associados: Cortez, 1989.
HAMMERSLEY, Martyn. Algumas questões sobre a prática baseada em evidências na educação. In: THOMAS, Gary; PRING, Richard (Orgs.). A educação baseada em evidências: a utilização dos achados científicos para a qualificação da prática pedagógica. Porto Alegre: Artmed, 2007. p. 143-160.
MACEDO, Elizabeth. Base nacional curricular comum: a falsa oposição entre conhecimento para fazer algo e conhecimento em si. Educação em revista, v. 32, n. 2, p. 45–68, 2016.
OLIVEIRA, Iris Verena de; LIMA, Jeane Matos Araújo; SANTOS, Genicléia Lima dos. “Escrevivências” e afectos literários entre universidade e escola. Práxis Educativa, v. 17, p. 1–19, 2022.
SECRETARIA DE ALFABETIZAÇÃO. Relatório de Programas e ações 2019-2022. PROCESSO No 23000.036524/2022-58. Disponível em: https://alfabetizacao.mec.gov.br/images/pdf/relatorio_sealf_2019_2022.pdf Acesso em: 04 set. 2024.
SECRETARIA DE ALFABETIZAÇÃO. Práticas de Alfabetização: Livro do Professor Alfabetizador - Estratégias/Secretaria de Alfabetização - Sealf. – Brasília : Ministério da Educação (MEC), 2021. Disponível em https://alfabetizacao.mec.gov.br/images/pdf/livro-do-professor_03_09.pdf. Acesso em: 18 set. 2024.
UNESCO. Glossário de terminologia Curricular. Unesco: Brasil, 2016.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Revista Espacio del Curriculum

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Al enviar un artículo a la Revista Espacial Curricular (REC) y tenerlo aprobado, los autores acuerdan asignar, sin remuneración, los siguientes derechos a la Revista Espacial Curricular: derechos de primera publicación y permiso para que REC redistribuya este artículo. artículo y sus metadatos a los servicios de indexación y referencia que sus editores consideren apropiados.

