BNCC
transformaciones curriculares en la asinagtura de geografía en los años finales de la educación fundamental
DOI:
https://doi.org/10.15687/rec.v18i3.70995Palabras clave:
BNCC, asignatura de geografía, años finales, Asignatura de geografía, Educación FundamentalResumen
El objetivo general de este artículo consiste en investigar cómo ocurrieron los cambios realizados en la asignatura de Geografía, en los años finales de la Educación Fundamental (período correspondiente a la etapa educativa del 6º al 9º grado, esperada para alumnos de 11 a 14 años), mediante la implementación de la Base Nacional Común Curricular, según la percepción del profesor de este componente curricular y del profesor coordinador de área que laboran en una escuela estatal del municipio de Alegre, en el Estado de Espírito Santo. El marco teórico se basa en la Pedagogía Histórico-Crítica y está guiado por las contribuciones de autores críticos como Frigotto (1986), Libâneo (2016, 2018), Pina y Gama (2020), Saviani (2020) y Zank y Malanchen (2020). La metodología se basa en un estudio de caso con enfoque cualitativo, utilizando como instrumentos de producción de datos la consulta documental, la entrevista semiestructurada, la observación participante y el diario de campo. El análisis de los datos se realizó mediante análisis de contenido. Se constató que la implementación del currículo de Geografía, reformulado de acuerdo con la Base Nacional Común Curricular, ocurrió a partir de la propuesta de las competencias de la pedagogía del aprender a aprender, para seleccionar los contenidos mínimos medidos en evaluaciones externas, provocando el vaciamiento de conocimientos sistematizados para la clase trabajadora y la precarización y devaluación del trabajo docente.
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