CURRÍCULO COMO INVENÇÃO ÉTICA-ESTÉTICA-POLÍTICA-POÉTICA DA EXISTÊNCIA DOCENTE
DOI:
https://doi.org/10.15687/rec.v18i1.73655Palavras-chave:
Currículo, Criação, EducaçãoResumo
Esta apresentação se ancora na frase “Eu escrevo para um mundo no qual possa viver”, de Anayde Beiriz, para convocar a escrita como gesto de invenção e resistência. Mais do que reunir textos em torno de temas fixos, o volume 18, número 1, da Revista Espaço do Currículo se oferece como território de indisciplina, no qual docência, escrita e currículo se cruzam em experimentações que recusam o dado, o prescrito e o domesticado. Ao invés de buscar respostas, os textos aqui reunidos sustentam a pergunta “em que mundo queremos viver?”, não como slogan, mas como urgência que desestabiliza. Trata-se de um dossiê que não organiza saberes, mas provoca deslocamentos, abrindo espaço para que o currículo se afirme como ética, estética, política e poética da existência. Nesta apresentação, o convite não é apenas à leitura, mas à travessia, na qual a escrita não apenas representa o mundo, mas o (re)cria.
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