CURRÍCULO COMO INVENÇÃO ÉTICA-ESTÉTICA-POLÍTICA-POÉTICA DA EXISTÊNCIA DOCENTE

Autores

DOI:

https://doi.org/10.15687/rec.v18i1.73655

Palavras-chave:

Currículo, Criação, Educação

Resumo

Esta apresentação se ancora na frase “Eu escrevo para um mundo no qual possa viver”, de Anayde Beiriz, para convocar a escrita como gesto de invenção e resistência. Mais do que reunir textos em torno de temas fixos, o volume 18, número 1, da Revista Espaço do Currículo se oferece como território de indisciplina, no qual docência, escrita e currículo se cruzam em experimentações que recusam o dado, o prescrito e o domesticado. Ao invés de buscar respostas, os textos aqui reunidos sustentam a pergunta “em que mundo queremos viver?”, não como slogan, mas como urgência que desestabiliza. Trata-se de um dossiê que não organiza saberes, mas provoca deslocamentos, abrindo espaço para que o currículo se afirme como ética, estética, política e poética da existência. Nesta apresentação, o convite não é apenas à leitura, mas à travessia, na qual a escrita não apenas representa o mundo, mas o (re)cria.

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Biografia do Autor

Ana Cláudia da Silva Rodrigues, Universidade Federal da Paraíba, Brasil.

Doutor em Educação pela Universidade Federal da Paraíba. Docente em Educação pela Universidade Federal da Paraíba.

Rafael Ferreira de Souza Honorato, Universidade Estadual da Paraíba, Brasil.

Doutor em Educação pela Universidade Federal da Paraíba. Docente na Universidade Estadual da Paraíba.

Referências

Não se aplica

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Publicado

16-04-2025

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